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Modelo de Holerite: Como Preencher e Emitir Corretamente

Entenda o que é holerite, quando ele deve ser entregue e quais dados precisam constar no comprovante de pagamento. Veja como preencher o modelo editável desta página, conhecer suas variações, evitar erros de cálculo e documentar a remuneração do trabalhador com mais segurança.

Publicado em 12 min de leitura
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Modelo de Holerite: Como Preencher e Emitir Corretamente
Sumário
  1. 01 O que é holerite e para que ele serve
  2. 02 Quando utilizar o modelo de holerite
  3. 03 Base legal e importância da discriminação das parcelas
  4. 04 Campos indispensáveis em um holerite
  5. 05 Como preencher o modelo de holerite passo a passo
  6. 06 Modelo de Modelo de Holerite
  7. 07 Proventos, descontos e valor líquido
  8. Como organizar os proventos
  9. Como tratar os descontos
  10. 08 Tipos e variações de holerite
  11. 09 Cuidados e erros comuns ao emitir o documento
  12. 10 Perguntas frequentes sobre modelo de holerite
  13. Holerite e contracheque são a mesma coisa?
  14. O holerite precisa ser assinado pelo empregado?
  15. Posso usar um modelo de holerite em branco?
  16. Quais descontos podem aparecer no holerite?
  17. O valor líquido é o mesmo que o salário contratado?
  18. O modelo serve para empregado doméstico?
  19. 11 Referências
  20. 12 Vídeo explicativo
  21. 13 Aviso importante

O modelo de holerite ajuda empresas, empregadores domésticos e profissionais responsáveis pela folha de pagamento a registrar, de modo organizado, os valores pagos ao trabalhador. Também chamado de contracheque ou demonstrativo de pagamento, o documento detalha a composição da remuneração e permite conferir o caminho entre o salário contratado e o valor líquido recebido.

Embora seja um documento de rotina, o holerite precisa refletir a realidade da relação de trabalho. Informações incompletas, rubricas genéricas ou descontos sem identificação podem gerar dúvidas, dificultar a conferência e comprometer a prova de pagamentos. O modelo editável desta página serve como ponto de partida, mas deve ser adaptado à remuneração, ao período e às obrigações aplicáveis a cada caso.

O que é holerite e para que ele serve

Holerite é o nome usual dado ao demonstrativo individual de pagamento do empregado. Nele, o empregador apresenta os proventos, que são as verbas que aumentam a remuneração, e os descontos, que reduzem o valor a receber. Ao final, o documento indica o salário líquido pago ou devido no período.

Na prática, esse comprovante favorece a transparência da folha. O trabalhador pode verificar salário-base, horas extras, adicionais, comissões, gratificações, benefícios, faltas, contribuição previdenciária, imposto de renda retido na fonte e outros itens que tenham incidência ou previsão válida.

Para o empregador, o holerite é um registro operacional relevante. Ele facilita a conferência interna, a comunicação com o empregado e a organização de documentos que podem ser necessários em auditorias, contestações administrativas ou demandas trabalhistas. Não substitui obrigações de escrituração, declarações ou recolhimentos perante os órgãos competentes.

Quando utilizar o modelo de holerite

O holerite costuma ser emitido a cada competência de pagamento, inclusive quando o trabalhador recebe apenas o salário mensal sem verbas variáveis. A periodicidade e as rubricas dependerão do contrato, da jornada, das normas coletivas eventualmente aplicáveis e das ocorrências daquele mês.

O documento pode ser útil em diferentes cenários:

  • pagamento mensal de empregado contratado sob o regime da CLT;
  • folha com horas extras, adicional noturno, adicional de insalubridade ou periculosidade, quando cabíveis;
  • pagamento de comissões, prêmios, gratificações ou outras parcelas;
  • registro de faltas, atrasos, repouso semanal remunerado e descontos autorizados ou legalmente previstos;
  • pagamento de férias, décimo terceiro salário, rescisão ou adiantamento, em demonstrativos próprios e adequados;
  • comprovação de rendimentos solicitada pelo próprio empregado, desde que os dados estejam corretos.

Em relações com trabalhador autônomo, prestador pessoa jurídica ou fornecedor, o documento adequado em geral não é o holerite trabalhista. Nesses casos, a formalização costuma exigir contrato, recibo, nota fiscal ou outro comprovante compatível com a natureza da contratação. A classificação incorreta da relação pode trazer riscos relevantes, por isso é prudente obter orientação profissional quando houver dúvida.

A legislação trabalhista prevê que o pagamento do salário seja comprovado por recibo assinado pelo empregado ou por comprovante de depósito em conta bancária aberta para essa finalidade, com consentimento do empregado. O holerite é o instrumento usual para demonstrar as parcelas que compõem esse pagamento, ainda que o valor seja transferido eletronicamente.

“O pagamento do salário deverá ser efetuado contra recibo, assinado pelo empregado.”

Consolidação das Leis do Trabalho, art. 464

Além do recibo, a identificação clara das verbas reduz interpretações equivocadas. Salário, adicional, comissão, ajuda de custo, desconto por falta e contribuição previdenciária possuem naturezas e critérios próprios. Consulte o texto atualizado da Consolidação das Leis do Trabalho para verificar regras relacionadas ao pagamento e à relação de emprego.

O empregador deve observar ainda os descontos permitidos. A regra geral é que não se efetuem descontos nos salários, salvo hipóteses legalmente admitidas, adiantamentos, dispositivos de instrumentos coletivos e outras situações válidas. A autorização do empregado, quando necessária, deve ser específica e documentada; ela não valida automaticamente qualquer desconto.

Campos indispensáveis em um holerite

Um bom demonstrativo permite que uma pessoa externa compreenda quem pagou, quem recebeu, a que período se refere e como se chegou ao valor líquido. Por isso, evite preencher somente um valor total sem discriminar as parcelas.

CampoO que informarFinalidade
Identificação do empregadorNome empresarial ou nome completo, CPF ou CNPJ e, se usado, endereçoIndicar o responsável pelo pagamento
Identificação do empregadoNome completo, CPF, cargo ou função e matrícula, se houverVincular o demonstrativo ao trabalhador correto
CompetênciaMês e ano ou período exato a que se refere o pagamentoDelimitar a folha demonstrada
ProventosSalário-base e demais verbas remuneratórias ou indenizatórias identificadasDemonstrar a origem do valor bruto
DescontosINSS, IRRF, faltas, adiantamentos e outros descontos válidosExplicar as reduções aplicadas
Totais e pagamentoTotal de proventos, total de descontos, valor líquido e forma de pagamentoPermitir a conferência final

Também é recomendável registrar quantidade de horas extras, percentuais de adicionais, quantidade de faltas e demais bases que tornem o cálculo verificável. Se houver campos de banco de horas, benefícios ou descontos convencionais, descreva-os de maneira objetiva.

Como preencher o modelo de holerite passo a passo

Antes de preencher, reúna documentos e informações da competência: contrato de trabalho, registro de ponto quando aplicável, eventos de folha, comprovantes de benefícios, autorizações de desconto e regras coletivas aplicáveis. Depois, siga esta sequência:

  1. Identifique o empregador. Informe nome, CPF ou CNPJ e os dados de contato que a organização adotar no documento.
  2. Identifique o empregado. Preencha nome completo, CPF, cargo ou função e matrícula interna, se existir.
  3. Defina a competência. Indique claramente o mês, o ano e, se necessário, o intervalo trabalhado ou pago.
  4. Lance o salário-base. Use o valor contratual correspondente ao período, considerando situações como admissão, afastamento ou alteração salarial.
  5. Inclua os proventos variáveis. Separe horas extras, adicionais, comissões, gratificações e outras parcelas, com valores individualizados.
  6. Registre os descontos. Discrimine cada desconto e confira se existe fundamento legal, contratual, coletivo ou autorização válida quando exigida.
  7. Apure os totais. Some proventos, some descontos e calcule o salário líquido. Revise os valores antes de entregar o documento.
  8. Informe a forma de pagamento. Registre se o pagamento ocorreu por depósito, transferência, dinheiro ou outro meio admitido, conforme a rotina adotada.
  9. Colha a ciência quando aplicável. Caso o holerite seja entregue em papel e a empresa adote assinatura de recebimento, reserve o campo correspondente. Em pagamentos eletrônicos, mantenha os comprovantes pertinentes.

Use o modelo editável desta página como estrutura documental. Ele não faz cálculos automáticos e não substitui um sistema de folha ou a revisão de profissional habilitado quando houver verbas complexas.

Modelo editável

Modelo Editável Aqui

Clique em “Editar documento” para preencher os campos entre colchetes. As alterações ficam salvas apenas neste navegador.

HOLERITE – DEMONSTRATIVO DE PAGAMENTO


1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREGADOR

EMPREGADOR: [NOME EMPRESARIAL OU NOME COMPLETO]

CPF/CNPJ: [CPF OU CNPJ]

ENDEREÇO: [RUA, NÚMERO, COMPLEMENTO, BAIRRO, CIDADE, UF E CEP]

TELEFONE/E-MAIL: [TELEFONE] / [E-MAIL]


2. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREGADO

EMPREGADO(A): [NOME COMPLETO]

CPF: [CPF]

CTPS: [NÚMERO DA CTPS] – SÉRIE: [SÉRIE] – UF: [UF]

MATRÍCULA: [NÚMERO DA MATRÍCULA, SE HOUVER]

CARGO/FUNÇÃO: [CARGO OU FUNÇÃO]

DATA DE ADMISSÃO: [DIA] de [MÊS] de [ANO]

JORNADA CONTRATUAL: [DESCREVER JORNADA DE TRABALHO]


3. COMPETÊNCIA E INFORMAÇÕES DO PAGAMENTO

COMPETÊNCIA: [MÊS] de [ANO]

PERÍODO DE REFERÊNCIA: [DATA INICIAL] a [DATA FINAL]

FORMA DE PAGAMENTO: [DEPÓSITO BANCÁRIO / TRANSFERÊNCIA / DINHEIRO / OUTRA FORMA]

DATA DO PAGAMENTO: [DIA] de [MÊS] de [ANO]


4. PROVENTOS

SALÁRIO-BASE: R$ [VALOR]

HORAS EXTRAS [PERCENTUAL, SE APLICÁVEL]: [QUANTIDADE] HORAS – R$ [VALOR]

ADICIONAL NOTURNO: R$ [VALOR OU NÃO APLICÁVEL]

ADICIONAL DE INSALUBRIDADE: R$ [VALOR OU NÃO APLICÁVEL]

ADICIONAL DE PERICULOSIDADE: R$ [VALOR OU NÃO APLICÁVEL]

COMISSÕES: R$ [VALOR OU NÃO APLICÁVEL]

GRATIFICAÇÕES: R$ [VALOR OU NÃO APLICÁVEL]

DESCANSO SEMANAL REMUNERADO SOBRE VARIÁVEIS: R$ [VALOR OU NÃO APLICÁVEL]

OUTROS PROVENTOS – [DESCRIÇÃO]: R$ [VALOR OU NÃO APLICÁVEL]

TOTAL DE PROVENTOS: R$ [VALOR TOTAL DOS PROVENTOS]


5. DESCONTOS

CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA: R$ [VALOR]

IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE: R$ [VALOR OU NÃO APLICÁVEL]

VALE-TRANSPORTE: R$ [VALOR OU NÃO APLICÁVEL]

FALTAS/ATRASOS: R$ [VALOR OU NÃO APLICÁVEL]

ADIANTAMENTO SALARIAL: R$ [VALOR OU NÃO APLICÁVEL]

PENSÃO ALIMENTÍCIA: R$ [VALOR OU NÃO APLICÁVEL]

ASSISTÊNCIA MÉDICA/ODONTOLÓGICA: R$ [VALOR OU NÃO APLICÁVEL]

OUTROS DESCONTOS – [DESCRIÇÃO E FUNDAMENTO]: R$ [VALOR OU NÃO APLICÁVEL]

TOTAL DE DESCONTOS: R$ [VALOR TOTAL DOS DESCONTOS]


6. RESUMO FINANCEIRO

TOTAL DE PROVENTOS: R$ [VALOR TOTAL DOS PROVENTOS]

TOTAL DE DESCONTOS: R$ [VALOR TOTAL DOS DESCONTOS]

VALOR LÍQUIDO A RECEBER: R$ [VALOR LÍQUIDO]

VALOR LÍQUIDO POR EXTENSO: [VALOR LÍQUIDO POR EXTENSO]


7. DECLARAÇÃO DE CIÊNCIA

O(A) empregado(a) acima identificado(a) declara ter recebido este demonstrativo de pagamento referente à competência indicada, contendo a discriminação dos proventos e descontos informados. Quando o pagamento for realizado por depósito, transferência ou outro meio eletrônico, este documento deverá ser acompanhado do respectivo comprovante, conforme aplicável.


8. OBSERVAÇÕES

[INFORMAR OBSERVAÇÕES RELEVANTES, COMO QUANTIDADE DE HORAS EXTRAS, BASE DE CÁLCULO DE RUBRICAS, AFASTAMENTOS, FALTAS, ADIANTAMENTOS, DADOS DO PAGAMENTO OU OUTRAS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS.]


[CIDADE] – [UF], [DIA] de [MÊS] de [ANO].



________________________________________

[NOME DO EMPREGADOR OU REPRESENTANTE LEGAL]

CPF/CNPJ: [CPF OU CNPJ]



________________________________________

[NOME COMPLETO DO(A) EMPREGADO(A)]

CPF: [CPF]


Este demonstrativo deve ser preenchido de acordo com a remuneração efetivamente devida, os registros de jornada, os descontos permitidos e as demais circunstâncias da relação de trabalho. Campos não aplicáveis devem ser preenchidos com a expressão [NÃO APLICÁVEL] ou removidos após conferência.

Modo leitura

Proventos, descontos e valor líquido

Como organizar os proventos

Proventos são valores creditados ao empregado. O salário-base é o ponto de partida mais comum, mas a folha pode reunir diversas rubricas. A descrição deve permitir reconhecer a origem de cada montante, evitando termos vagos como “complemento” ou “outros” sem explicação.

  • salário mensal, diário ou por hora;
  • horas extras e respectivos adicionais;
  • adicional noturno;
  • adicionais de insalubridade ou periculosidade, quando devidos;
  • comissões e gratificações;
  • descanso semanal remunerado sobre parcelas variáveis, quando aplicável;
  • abonos e outras verbas previstas no caso concreto.

Como tratar os descontos

Os descontos devem aparecer separadamente, com identificação suficiente. Contribuições previdenciárias e retenção de imposto de renda, quando incidentes, exigem cálculos atualizados segundo a regulamentação aplicável. Não use valores estimados como se fossem definitivos.

Descontos por faltas, adiantamentos, vale-transporte, assistência médica, pensão alimentícia ou contribuições autorizadas exigem atenção ao fundamento e à documentação. Para orientações e serviços relacionados a tributos federais, consulte os canais oficiais da Receita Federal.

Tipos e variações de holerite

O formato do demonstrativo pode mudar conforme o evento de pagamento. O essencial é manter a identificação correta, a competência e a discriminação das rubricas. Entre as variações mais usadas estão:

  • Holerite mensal: apresenta a remuneração regular da competência, com salário, variáveis e descontos.
  • Holerite de adiantamento salarial: registra o valor antecipado e deve ser considerado na folha de pagamento final, conforme a regra adotada.
  • Demonstrativo de férias: detalha remuneração de férias, adicional constitucional e descontos incidentes, conforme o caso.
  • Demonstrativo de décimo terceiro salário: pode registrar adiantamento e parcela final, com as incidências correspondentes.
  • Demonstrativo rescisório: deve ser preparado com cuidado, pois envolve verbas específicas e documentos próprios para a extinção do contrato.
  • Holerite digital: é disponibilizado eletronicamente, com controles de acesso, integridade das informações e guarda adequada dos registros.

Não trate todos esses documentos como idênticos. Férias, décimo terceiro e rescisão possuem regras próprias de cálculo e prazo. Quando existir convenção ou acordo coletivo aplicável, confira também as rubricas e condições previstas para a categoria.

Cuidados e erros comuns ao emitir o documento

A emissão do holerite deve integrar uma rotina de conferência. Um modelo bem preenchido melhora a organização, mas não corrige automaticamente uma base de cálculo equivocada. Antes de finalizar, confira informações cadastrais, jornada, eventos e totais.

  • usar competência errada ou deixar de indicar o período do pagamento;
  • somar horas extras sem apontar quantidade, percentual ou valor correspondente;
  • lançar descontos com descrição genérica ou sem base documental;
  • confundir salário bruto, total de proventos e salário líquido;
  • ignorar faltas, afastamentos, admissões ou alterações salariais ocorridas na competência;
  • usar a mesma rubrica para parcelas de naturezas diferentes;
  • entregar demonstrativo com dados de outro empregado;
  • deixar de guardar comprovantes de pagamento e registros que sustentam a folha;
  • usar um holerite para encobrir contratação que não corresponde à realidade dos serviços.

Também proteja os dados pessoais. O holerite reúne informações financeiras e identificadores do trabalhador, portanto deve circular somente entre pessoas autorizadas e pelos canais adequados. Adote controles de acesso, descarte seguro de vias físicas e atenção redobrada ao envio por e-mail ou aplicativos.

Perguntas frequentes sobre modelo de holerite

Holerite e contracheque são a mesma coisa?

Sim. No uso cotidiano, holerite, contracheque e demonstrativo de pagamento são expressões usadas para o documento que discrimina valores pagos e descontados na remuneração do empregado.

O holerite precisa ser assinado pelo empregado?

A necessidade de assinatura depende da forma de pagamento e dos controles adotados. A CLT trata do recibo de pagamento e admite o comprovante de depósito bancário em conta aberta para esse fim, com consentimento do empregado. A empresa deve manter documentação compatível com sua rotina e com a situação concreta.

Posso usar um modelo de holerite em branco?

Sim, como estrutura de preenchimento. Porém, todos os dados precisam ser inseridos corretamente antes da entrega. Não deixe rubricas, valores, competência ou identificação do trabalhador sem conferência.

Quais descontos podem aparecer no holerite?

Podem constar, conforme o caso, contribuição previdenciária, imposto de renda retido, faltas, adiantamentos e outros descontos legalmente permitidos, contratados, previstos em instrumento coletivo ou autorizados de forma válida. A legalidade depende da situação específica.

O valor líquido é o mesmo que o salário contratado?

Não necessariamente. O salário contratado normalmente corresponde ao salário-base ou à remuneração bruta prevista. O valor líquido é obtido depois da inclusão dos proventos aplicáveis e da dedução dos descontos incidentes ou autorizados.

O modelo serve para empregado doméstico?

Ele pode ser adaptado para demonstrar pagamentos ao empregado doméstico, desde que os campos e cálculos correspondam à relação de trabalho e às obrigações pertinentes. Quando houver dúvidas sobre encargos ou eventos de folha, busque orientação especializada.

Referências

  1. Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
  2. Código Civil (Lei nº 10.406/2002).
  3. Receita Federal.
  4. eSocial.

Vídeo explicativo

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Sobre o autor

SB

Editor e curador de modelos de documentos

Stefano Barcellos é editor do MSG Center e responsável pela curadoria dos modelos de documentos publicados no portal, com foco em linguagem clara, estrutura organizada e atualização constante do conteúdo.

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