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Modelo de anexo ABNT para trabalhos acadêmicos

Entenda como estruturar anexos conforme a apresentação acadêmica adotada no Brasil. Este guia explica quando usar anexo, quais elementos identificar, como organizar páginas, diferenças em relação ao apêndice e como preencher o modelo editável desta página.

Publicado em 13 min de leitura
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Modelo de anexo ABNT para trabalhos acadêmicos
Sumário
  1. 01 O que é anexo ABNT e para que ele serve
  2. 02 Quando usar anexos em um trabalho acadêmico
  3. Situações em que o anexo costuma ser adequado
  4. Quando o anexo não é a melhor escolha
  5. 03 Diferença entre anexo e apêndice
  6. 04 O que não pode faltar no modelo de anexo ABNT
  7. Identificação por letras e título
  8. Indicação da fonte e contexto
  9. Menção no desenvolvimento do texto
  10. 05 Passo a passo para preencher o modelo editável
  11. 06 Modelo de Modelo de anexo ABNT para trabalhos acadêmicos
  12. 07 Tipos e variações de anexos
  13. Anexo com documento oficial
  14. Anexo com documento institucional
  15. Anexo com imagem, mapa ou tabela de terceiros
  16. 08 Cuidados e erros comuns ao montar anexos
  17. 09 Como citar e referenciar o material anexado
  18. 10 Perguntas frequentes sobre modelo de anexo ABNT
  19. O anexo precisa começar em uma nova página?
  20. O anexo entra na contagem de páginas?
  21. Posso colocar um documento inteiro como anexo?
  22. Todo anexo precisa ser mencionado no texto?
  23. Posso usar anexos em um artigo científico?
  24. É possível anexar formulário com dados pessoais?
  25. 11 Referências
  26. 12 Vídeo explicativo
  27. 13 Aviso importante

O modelo de anexo ABNT ajuda a apresentar documentos, textos e materiais que não foram elaborados pelo autor do trabalho acadêmico, mas que são importantes para compreender, comprovar ou aprofundar a pesquisa. Ele é útil em TCCs, monografias, artigos científicos, relatórios de estágio, projetos de pesquisa e outros trabalhos escolares ou universitários.

Embora o conteúdo do anexo venha de fonte externa, sua organização precisa ser clara. A identificação correta, a ordem de apresentação e a referência da origem tornam a leitura mais objetiva e facilitam a conferência das informações pela banca, pelo professor ou pela instituição. O modelo editável desta página oferece uma estrutura prática para adaptar ao seu contexto.

O que é anexo ABNT e para que ele serve

Anexo é um elemento pós-textual que reúne material não elaborado pelo autor e que funciona como fundamentação, ilustração, comprovação ou complemento do texto principal. Ele pode conter uma lei, um formulário institucional, um documento histórico, uma norma interna, uma imagem de acervo, uma tabela oficial, uma transcrição relevante ou outro conteúdo de terceiros.

Em termos práticos, o anexo evita que o desenvolvimento do trabalho fique excessivamente longo, sem retirar do leitor o acesso a informações necessárias para interpretar a pesquisa. Ainda assim, o anexo não deve virar um depósito de arquivos: cada item incluído precisa ter relação direta com o problema, os objetivos, o método, a análise ou as conclusões do estudo.

“Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.”

ABNT NBR 14724, informação sobre apresentação de anexos em trabalhos acadêmicos

A norma de apresentação de trabalhos acadêmicos é frequentemente consultada junto às regras de citação e referências. Quando o anexo reproduz trecho de uma norma jurídica, por exemplo, o leitor deve conseguir localizar a fonte e compreender por que aquele material foi utilizado no estudo.

Quando usar anexos em um trabalho acadêmico

Use anexos quando um material de autoria externa for relevante, mas não precisar aparecer integralmente no corpo do texto. Antes de incluí-lo, avalie se o documento realmente auxilia a demonstrar uma informação ou se basta citá-lo e referenciá-lo.

Situações em que o anexo costuma ser adequado

  • Reprodução de legislação, regulamento ou ato normativo analisado na pesquisa.
  • Formulário oficial utilizado por uma instituição pública ou privada.
  • Relatório, parecer, edital, mapa, gráfico ou tabela produzidos por terceiro.
  • Documento histórico, fotografia de acervo ou material institucional indispensável à análise.
  • Transcrição de comunicado, política interna ou norma técnica de fonte externa.
  • Instrumento padronizado de pesquisa criado e publicado por outro autor, quando a reprodução for pertinente e permitida.

Um TCC sobre locação imobiliária, por exemplo, pode anexar parte da legislação que sustenta a análise. Nesse caso, a consulta à Lei do Inquilinato no portal do Planalto permite conferir o texto oficial antes de reproduzir ou citar qualquer disposição.

Quando o anexo não é a melhor escolha

Não use anexo para materiais criados por você durante a pesquisa. Questionários elaborados pelo próprio pesquisador, roteiros de entrevista autorais, planilhas produzidas para a coleta de dados e documentos desenvolvidos exclusivamente para o estudo costumam ser classificados como apêndices.

Também não inclua arquivos que não são mencionados no trabalho ou que não tenham utilidade acadêmica clara. O volume do documento não demonstra qualidade; a seleção criteriosa, sim.

Diferença entre anexo e apêndice

A confusão entre anexo e apêndice é comum, mas a distinção está na autoria do material. O anexo é elaborado por terceiros. O apêndice é elaborado pelo próprio autor do trabalho para complementar sua argumentação, explicar procedimentos ou documentar instrumentos desenvolvidos durante a pesquisa.

ElementoAutoria do materialExemplosForma de identificação
AnexoTerceiro ou fonte externaLei, regulamento, formulário institucional, documento de acervoANEXO A – TÍTULO
ApêndiceAutor do trabalhoQuestionário próprio, roteiro de entrevista, planilha criada na pesquisaAPÊNDICE A – TÍTULO
CitaçãoTerceiro ou fonte externaTrecho curto ou longo incorporado à redaçãoAutor, data e página, quando aplicável
ReferênciaFonte consultadaLivro, site oficial, artigo, legislação ou relatórioLista de referências ao final do trabalho

Essa classificação é importante porque informa ao leitor de onde veio cada conteúdo. Identificar um material externo como se fosse produção própria prejudica a transparência acadêmica. Por outro lado, chamar de anexo um documento que você criou pode dificultar a avaliação do método e da autoria dos instrumentos utilizados.

O que não pode faltar no modelo de anexo ABNT

O modelo de anexo ABNT deve priorizar identificação, sequência lógica e vínculo com o texto principal. A apresentação gráfica pode seguir o manual da instituição de ensino, desde que preserve a padronização geral do trabalho.

Identificação por letras e título

Cada anexo deve ser identificado por letras maiúsculas consecutivas, seguidas de travessão e título que descreva o conteúdo. Os títulos precisam ser específicos. Em vez de escrever apenas “Documento”, prefira “ANEXO A – FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL”.

Quando houver mais de um anexo, siga a sequência alfabética: ANEXO A, ANEXO B, ANEXO C e assim por diante. Em situações excepcionais, após esgotar as letras simples, a instituição poderá orientar outra solução. Consulte sempre o manual do curso antes de adotar uma convenção diferente.

Indicação da fonte e contexto

O material anexado deve preservar sua origem. Se o documento trouxer autoria, data, órgão responsável, edição ou endereço de acesso, mantenha essas informações quando forem relevantes. Se houver adaptação, recorte ou transcrição parcial, explique isso de maneira transparente no corpo do trabalho ou em nota conforme as regras adotadas pela instituição.

Legislação e atos oficiais merecem atenção especial. Para confirmar o teor de uma norma, use a versão compilada do Código Civil disponibilizada pelo Planalto, quando o tema da pesquisa exigir esse diploma legal.

Menção no desenvolvimento do texto

O anexo deve ser chamado no texto quando for necessário ao argumento. Você pode escrever, por exemplo: “A estrutura integral do formulário institucional está apresentada no Anexo B.” Essa indicação orienta o leitor e demonstra a função do documento complementar.

Passo a passo para preencher o modelo editável

  1. Defina a função do material. Confirme que ele é relevante para a pesquisa e que sua inclusão integral contribui para a compreensão do estudo.
  2. Verifique a autoria. Se o conteúdo foi produzido por terceiro, ele pode ser classificado como anexo. Se foi criado por você, avalie se é apêndice.
  3. Organize os itens na ordem de citação. A sequência mais clara geralmente acompanha a primeira menção de cada documento no desenvolvimento do trabalho.
  4. Atribua uma letra a cada item. Comece por ANEXO A e use letras consecutivas para os demais materiais.
  5. Escreva títulos objetivos. O título deve permitir identificar o documento sem exigir a leitura completa do conteúdo.
  6. Inclua ou preserve a fonte. Mantenha dados essenciais de autoria, órgão emissor, publicação, acesso ou procedência, conforme o tipo de documento.
  7. Insira uma quebra de página quando necessário. Em geral, cada anexo começa em página própria, sobretudo quando há documentos extensos ou distintos.
  8. Revise a coerência final. Confira letras, títulos, chamadas no texto, referências e a ordem dos anexos.

Ao usar o modelo editável desta página, substitua todos os campos entre colchetes pelas informações reais do seu trabalho. Depois, ajuste fonte, margens, espaçamento, paginação e demais aspectos visuais conforme o regulamento da faculdade, da escola ou do periódico.

Modelo editável

Modelo Editável Aqui

Clique em “Editar documento” para preencher os campos entre colchetes. As alterações ficam salvas apenas neste navegador.

ANEXO [LETRA] – [TÍTULO DESCRITIVO DO DOCUMENTO]


1. IDENTIFICAÇÃO DO ANEXO

Este anexo integra o trabalho acadêmico intitulado [TÍTULO DO TRABALHO ACADÊMICO], elaborado por [NOME COMPLETO DO AUTOR OU AUTORES], apresentado à [NOME DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO], no curso de [NOME DO CURSO], como requisito para [FINALIDADE DO TRABALHO: CONCLUSÃO DE CURSO, AVALIAÇÃO DE DISCIPLINA, RELATÓRIO, ARTIGO OU OUTRA].


2. CLASSIFICAÇÃO E FINALIDADE

O presente item é classificado como anexo por consistir em material elaborado por terceiro, selecionado para complementar a compreensão, a análise, a demonstração ou a fundamentação do trabalho acadêmico. Seu conteúdo possui relação com o tema [TEMA DA PESQUISA] e é apresentado para permitir a consulta ao documento que subsidia a discussão desenvolvida no texto principal.


O material ora reproduzido ou identificado não foi elaborado pelo autor deste trabalho, salvo indicação expressa em sentido diverso. Caso tenha havido recorte, transcrição parcial, anonimização ou adaptação visual para fins de apresentação, essa circunstância deverá ser informada de modo claro, sem alterar o sentido do documento de origem.


3. REFERÊNCIA NO CORPO DO TRABALHO

No desenvolvimento do trabalho acadêmico, este documento poderá ser mencionado da seguinte forma: “Conforme documento apresentado no ANEXO [LETRA], [DESCREVER DE FORMA BREVE A RELEVÂNCIA DO MATERIAL PARA A PESQUISA].”


A primeira menção deste anexo deve ocorrer no trecho do texto em que seu conteúdo for necessário à compreensão do argumento, do método, dos resultados ou da análise. O título utilizado nesta página deve ser idêntico ou substancialmente equivalente ao título indicado na chamada feita no corpo do trabalho.


4. DADOS DA FONTE ORIGINAL

Autor, instituição, órgão ou responsável pelo documento: [NOME DO AUTOR, ÓRGÃO, EMPRESA OU INSTITUIÇÃO RESPONSÁVEL].

Título do documento original: [TÍTULO COMPLETO DO DOCUMENTO].

Tipo de documento: [LEI, REGULAMENTO, FORMULÁRIO, RELATÓRIO, EDITAL, COMUNICADO, MAPA, IMAGEM, TABELA, PARECER OU OUTRO].

Data de emissão, publicação ou atualização, se disponível: [DIA] de [MÊS] de [ANO].

Local de publicação ou emissão, se disponível: [CIDADE] – [UF].

Endereço eletrônico ou meio de obtenção, se aplicável: [URL OU DESCRIÇÃO DA FONTE DE OBTENÇÃO].

Data de acesso, quando aplicável: [DIA] de [MÊS] de [ANO].


5. OBSERVAÇÕES SOBRE USO, AUTORIA E CONFIDENCIALIDADE

A inclusão deste anexo ocorre exclusivamente para fins acadêmicos e deve observar a identificação da fonte original. Antes da entrega ou publicação do trabalho, o autor deverá verificar se o documento contém dados pessoais, informações sigilosas, conteúdo protegido por direitos autorais, informações empresariais confidenciais ou qualquer elemento cuja divulgação dependa de autorização.


Quando houver dados pessoais não essenciais à pesquisa, recomenda-se utilizar versão anonimizada, ocultar campos sensíveis ou substituir o documento por modelo em branco, desde que essa providência não prejudique a compreensão do estudo. Caso a reprodução integral não seja necessária, o autor poderá inserir apenas o trecho pertinente, indicando de maneira expressa que se trata de transcrição parcial.


6. DOCUMENTO ANEXADO

Insira nesta seção a reprodução integral ou parcial do documento externo que fundamenta ou complementa o trabalho. Preserve, sempre que possível, o título, a autoria, a numeração, a data, a identificação institucional e os demais elementos que permitam reconhecer a origem do material.


[INICIAR AQUI A REPRODUÇÃO DO DOCUMENTO, TEXTO, FORMULÁRIO, IMAGEM DESCRITA, TABELA TRANSCRITA OU OUTRO MATERIAL DE TERCEIRO]


[COLE OU DIGITE O CONTEÚDO DO DOCUMENTO ANEXADO. CASO O ARQUIVO ORIGINAL SEJA INSERIDO COMO IMAGEM OU PDF NO TRABALHO FINAL, MANTENHA NESTA PÁGINA A IDENTIFICAÇÃO DO ANEXO E A INDICAÇÃO DA FONTE.]


7. NOTA DE PROCEDÊNCIA

Fonte: [INFORMAR AUTOR, ÓRGÃO OU INSTITUIÇÃO RESPONSÁVEL]. [INFORMAR TÍTULO DO DOCUMENTO]. [INFORMAR LOCAL, DATA, ENDEREÇO ELETRÔNICO OU OUTRO DADO DE LOCALIZAÇÃO, QUANDO DISPONÍVEL].


Observação: [INFORMAR SE O DOCUMENTO FOI REPRODUZIDO INTEGRALMENTE, TRANSCRITO PARCIALMENTE, ANONIMIZADO, ADAPTADO APENAS QUANTO À FORMATAÇÃO OU UTILIZADO MEDIANTE AUTORIZAÇÃO, QUANDO FOR O CASO].


8. CONFERÊNCIA FINAL

Antes de finalizar o trabalho, confirme se a letra deste anexo corresponde à sequência adotada, se o título está coerente com a chamada no texto, se a fonte foi corretamente identificada e se o documento foi incluído sem expor informações indevidas. Verifique também as regras específicas de formatação estabelecidas por [NOME DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO, PROFESSOR, ORIENTADOR OU PERIÓDICO].


[CIDADE] – [UF], [DIA] de [MÊS] de [ANO].


________________________________________

[NOME COMPLETO DO AUTOR DO TRABALHO]

[CPF, SE EXIGIDO PELA INSTITUIÇÃO]

Modo leitura

Tipos e variações de anexos

O formato do anexo varia conforme a natureza do material. A regra principal é manter a identificação padronizada e não modificar o conteúdo de terceiros de maneira que altere seu sentido.

Anexo com documento oficial

É comum em pesquisas jurídicas, administrativas, contábeis ou de políticas públicas. Pode reproduzir uma lei, portaria, resolução, edital ou formulário emitido por órgão oficial. Se o texto for extenso, avalie se a reprodução integral é indispensável. Muitas vezes, a citação do trecho relevante e a referência completa são suficientes.

Anexo com documento institucional

Inclui regulamentos de empresas, comunicados, relatórios, manuais, políticas e formulários de organizações. Antes de divulgar documentos internos, observe questões de sigilo, proteção de dados pessoais, autorização de uso e confidencialidade.

Anexo com imagem, mapa ou tabela de terceiros

Quando o material visual for necessário, preserve título, autoria e origem. Garanta legibilidade na impressão ou no arquivo digital. Se houver dados pessoais visíveis, avalie a necessidade de ocultação ou anonimização, sempre sem comprometer a integridade da análise.

Cuidados e erros comuns ao montar anexos

Uma boa seleção de anexos melhora a rastreabilidade do trabalho. Já falhas de identificação podem causar dúvidas sobre autoria, fontes e método. Faça uma revisão específica antes da entrega.

  • Não confundir anexo com apêndice: verifique quem elaborou o material.
  • Não usar títulos genéricos: o leitor deve saber o que encontrará em cada item.
  • Não inserir documento sem citá-lo: o anexo precisa ter função demonstrável no trabalho.
  • Não omitir a fonte: a origem do material externo deve ser identificável.
  • Não reproduzir material sigiloso sem autorização: proteja informações pessoais, empresariais e institucionais.
  • Não alterar documentos de terceiros sem explicação: cortes e adaptações exigem transparência.
  • Não ignorar o manual da instituição: universidades e periódicos podem estabelecer regras próprias de formatação.
  • Não esquecer a revisão visual: confira páginas em branco, anexos ilegíveis, ordem das letras e títulos repetidos.

Como citar e referenciar o material anexado

Anexar não elimina a necessidade de citar e referenciar. Se um documento externo sustenta sua argumentação, ele deve aparecer no texto conforme o sistema de citações adotado pela instituição e constar na lista de referências quando aplicável.

Em documentos públicos, identifique adequadamente o ente responsável, o título, os dados de publicação e o endereço eletrônico quando a consulta ocorreu pela internet. Em documentos institucionais sem publicação ampla, descreva a origem com o máximo de precisão possível, respeitando limites de confidencialidade.

Se o anexo for apenas uma reprodução de material já plenamente identificado no corpo do texto, mantenha a consistência entre a chamada textual, o título do anexo e a referência final. A mesma fonte não deve receber nomes diferentes ao longo do trabalho.

Perguntas frequentes sobre modelo de anexo ABNT

O anexo precisa começar em uma nova página?

Em trabalhos acadêmicos, é recomendável iniciar cada anexo em página própria para preservar a organização e facilitar a consulta. Verifique o manual da sua instituição, pois ele pode determinar regras específicas para paginação, títulos e espaçamento.

O anexo entra na contagem de páginas?

Os elementos pós-textuais geralmente integram a paginação do trabalho, mas a forma de exibir o número da página pode variar conforme o regulamento acadêmico. Consulte as orientações da instituição responsável pela avaliação.

Posso colocar um documento inteiro como anexo?

Sim, desde que o documento seja pertinente, sua reprodução seja necessária e não haja impedimentos de confidencialidade, direitos autorais ou proteção de dados. Se apenas uma parte for relevante, considere citar o trecho e apresentar a referência completa.

Todo anexo precisa ser mencionado no texto?

Sim, essa é a prática mais adequada. A chamada no desenvolvimento demonstra por que o material foi incluído e orienta o leitor sobre o momento de consultá-lo.

Posso usar anexos em um artigo científico?

Depende das regras do periódico, do evento ou da disciplina. Alguns aceitam arquivos suplementares, outros limitam anexos no texto principal. Leia as diretrizes de submissão antes de incluir documentos complementares.

É possível anexar formulário com dados pessoais?

Evite expor dados pessoais desnecessários. Quando o formulário for essencial, analise a possibilidade de usar uma versão em branco, anonimizada ou autorizada. A pesquisa deve respeitar deveres de privacidade e as exigências éticas aplicáveis.

Referências

  1. Brasil. Código Civil (Lei nº 10.406/2002).
  2. Brasil. Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/1991).
  3. Brasil. Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018).
  4. LexML Brasil. Rede de informação legislativa e jurídica.

Vídeo explicativo

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Sobre o autor

SB

Editor e curador de modelos de documentos

Stefano Barcellos é editor do MSG Center e responsável pela curadoria dos modelos de documentos publicados no portal, com foco em linguagem clara, estrutura organizada e atualização constante do conteúdo.

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