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Modelo de carta de recomendação simples para preencher

Encontre orientações para criar um modelo de carta de recomendação simples, com informações sobre finalidade, estrutura, preenchimento e cuidados. O conteúdo ajuda pessoas e pequenas empresas a elaborar uma recomendação profissional clara, verdadeira e adequada ao destinatário.

Publicado em 12 min de leitura
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Modelo de carta de recomendação simples para preencher
Sumário
  1. 01 O que é uma carta de recomendação simples
  2. 02 Para que serve a carta de recomendação
  3. Situações mais frequentes
  4. 03 Quando usar o modelo de carta de recomendação simples
  5. Quando não é adequado emitir
  6. 04 Informações que não podem faltar
  7. 05 Como preencher a carta passo a passo
  8. 06 Modelo de Modelo de carta de recomendação simples para preencher
  9. 07 Tipos de carta de recomendação
  10. Carta de recomendação profissional
  11. Carta de recomendação de prestador de serviços
  12. Carta de recomendação para empregado doméstico
  13. Carta genérica para apresentação
  14. 08 Cuidados e erros comuns ao redigir
  15. 09 Assinatura física ou eletrônica
  16. 10 Perguntas frequentes
  17. A carta de recomendação precisa ser reconhecida em cartório?
  18. Quem pode emitir uma carta de recomendação?
  19. A carta de recomendação deve informar o motivo da saída?
  20. Posso usar a mesma carta para várias vagas?
  21. Empresa é obrigada a fornecer carta de recomendação?
  22. É possível fazer carta de recomendação para MEI ou autônomo?
  23. 11 Como usar o modelo editável desta página
  24. 12 Referências
  25. 13 Vídeo explicativo
  26. 14 Aviso importante

Um modelo de carta de recomendação simples ajuda a registrar, de forma objetiva, a experiência profissional, as qualidades observadas e a relação de trabalho entre quem recomenda e a pessoa recomendada. Pode ser usado por empresas, empregadores domésticos, gestores, clientes e profissionais autônomos, desde que o conteúdo corresponda aos fatos.

Embora seja um documento breve, a carta pode influenciar processos seletivos, contratações e análises de fornecedores. Por isso, deve identificar corretamente o emissor, indicar o período ou o contexto da relação profissional e trazer uma recomendação coerente, sem exageros, promessas ou informações que o responsável não possa confirmar.

O que é uma carta de recomendação simples

A carta de recomendação simples é uma declaração escrita pela qual uma pessoa física ou jurídica apresenta referências positivas sobre outra pessoa. Em geral, ela informa que o recomendado exerceu determinada atividade, manteve uma relação profissional adequada e demonstrou competências compatíveis com sua função.

Não existe um formulário único obrigatório para esse tipo de documento. A validade prática decorre da identificação do emitente, da clareza do texto, da consistência das informações e da possibilidade de confirmar sua autoria. Quando emitida por empresa, é recomendável usar papel timbrado, se houver, e indicar os canais institucionais de contato.

O documento não substitui contrato de trabalho, registro em carteira, comprovantes de pagamento, certificado profissional ou declaração exigida por órgão público. Sua finalidade é oferecer uma referência, e não provar por si só todos os fatos de uma relação profissional.

Para que serve a carta de recomendação

Uma carta bem redigida dá ao destinatário uma visão inicial sobre a conduta profissional do recomendado. Ela pode complementar currículo, portfólio, entrevista ou proposta comercial, especialmente quando a pessoa busca nova oportunidade e precisa apresentar referências verificáveis.

Para pequenas empresas, o documento também pode ser útil ao recomendar ex-colaborador, prestador de serviços ou parceiro comercial. Nessa situação, é importante delimitar com precisão o que foi efetivamente observado: atividade desempenhada, período da relação, forma de contato e características profissionais relevantes.

Situações mais frequentes

  • Ex-colaborador que participa de processo seletivo.
  • Empregado doméstico que busca nova colocação.
  • Prestador de serviços que necessita de referência de cliente.
  • Profissional autônomo que apresenta indicação comercial.
  • Estagiário ou aprendiz que solicita uma referência de seu supervisor.
  • Fornecedor ou parceiro que precisa demonstrar histórico de atendimento.

A recomendação deve respeitar a verdade e a boa-fé. O Código Civil brasileiro estabelece que os contratantes devem observar os princípios de probidade e boa-fé tanto na conclusão quanto na execução dos contratos. Mesmo quando a carta não é um contrato, esses parâmetros reforçam a necessidade de uma comunicação responsável nas relações profissionais.

Quando usar o modelo de carta de recomendação simples

Use o modelo quando houver uma relação profissional real e o emissor puder afirmar, com segurança, as informações descritas. A carta é especialmente apropriada quando o recomendado pede uma referência ou quando a empresa deseja formalizar uma indicação que antes seria dada apenas por telefone.

Antes de emitir, avalie o objetivo. Uma seleção para vaga administrativa, por exemplo, pode demandar menção à organização, responsabilidade e relacionamento interpessoal. Já uma referência para prestador de serviços pode destacar pontualidade, qualidade da entrega, comunicação e cumprimento do escopo combinado.

Quando não é adequado emitir

Não use uma carta de recomendação para ocultar conflitos, atestar habilitações que não foram verificadas, garantir desempenho futuro ou informar dados sigilosos. Também não é adequado redigir elogios genéricos se o emissor não teve contato suficiente com o trabalho da pessoa.

Se houver necessidade de comprovar vínculo, remuneração, funções registradas ou datas formais de admissão e desligamento, o documento correto pode ser uma declaração específica emitida pelo empregador ou os registros trabalhistas pertinentes. Para questões da relação de emprego, consulte a Consolidação das Leis do Trabalho e, se necessário, busque orientação profissional.

Informações que não podem faltar

Uma estrutura curta e completa permite que o destinatário compreenda quem recomenda, quem é recomendado e por que a referência está sendo fornecida. O modelo editável desta página organiza os principais dados para que a redação fique objetiva e seja fácil de conferir antes da assinatura.

ElementoO que informarFinalidade
Identificação do emitenteNome, cargo ou atividade, CPF ou CNPJ quando pertinente e contatoPermitir a confirmação da autoria
Identificação do recomendadoNome completo e, se necessário, função exercidaEvitar dúvida sobre a pessoa indicada
Relação profissionalAtividade, contexto e período aproximado ou precisoExplicar a origem da recomendação
Avaliação objetivaQualidades realmente observadas e exemplos compatíveisDar utilidade à referência
Data e assinaturaCidade, data, assinatura e identificaçãoFormalizar a manifestação do emitente

Dados pessoais devem ser tratados com necessidade e cuidado. Evite incluir número de documentos, endereço residencial, salário, informações médicas, motivos do desligamento ou qualquer dado que não seja indispensável ao objetivo da carta. A LGPD reforça a importância de tratar dados pessoais para finalidades legítimas e de maneira adequada ao contexto.

Como preencher a carta passo a passo

  1. Defina o destinatário. Se a carta for dirigida a uma empresa ou pessoa conhecida, indique o nome. Quando não houver destinatário definido, use uma fórmula neutra, como “A quem possa interessar”.
  2. Identifique o emitente. Informe nome completo, cargo, empresa ou atividade profissional. Para pessoa jurídica, acrescente razão social e CNPJ quando isso for útil para a verificação.
  3. Identifique o recomendado. Escreva o nome completo e, se necessário, a função ou serviço que prestou.
  4. Descreva a relação profissional. Informe como o emitente conheceu o trabalho do recomendado e o período em que trabalharam ou mantiveram relação comercial.
  5. Inclua qualidades verificáveis. Prefira atributos ligados à experiência observada, como pontualidade, organização, responsabilidade, capacidade técnica, comunicação e cumprimento de prazos.
  6. Faça uma recomendação equilibrada. Declare que recomenda a pessoa para oportunidades compatíveis com sua experiência, sem assegurar contratação, resultados ou conduta futura.
  7. Revise e assine. Confira nomes, datas, contatos e coerência do texto. Depois, assine de próprio punho ou utilize meio eletrônico adequado ao contexto.

“Os contratantes são obrigados a guardar, assim na conclusão do contrato, como em sua execução, os princípios de probidade e boa-fé.”

Código Civil, art. 422

A redação pode ser direta. Em vez de escrever que alguém é “o melhor profissional”, descreva que a pessoa cumpria horários, entregava atividades no prazo ou mantinha comunicação respeitosa. Afirmações específicas transmitem mais credibilidade do que elogios absolutos.

Modelo editável

Modelo Editável Aqui

Clique em “Editar documento” para preencher os campos entre colchetes. As alterações ficam salvas apenas neste navegador.

CARTA DE RECOMENDAÇÃO PROFISSIONAL


À [NOME DA EMPRESA, INSTITUIÇÃO OU PESSOA DESTINATÁRIA],


Eu, [NOME COMPLETO DO EMITENTE], [NACIONALIDADE], [ESTADO CIVIL], [PROFISSÃO OU CARGO], inscrito(a) no CPF sob o nº [CPF DO EMITENTE] e, se aplicável, representante de [NOME DA EMPRESA], inscrita no CNPJ sob o nº [CNPJ], com endereço em [ENDEREÇO COMPLETO], declaro, para os fins que se fizerem necessários, que conheço profissionalmente [NOME COMPLETO DO RECOMENDADO], [NACIONALIDADE], [ESTADO CIVIL], [PROFISSÃO], inscrito(a) no CPF sob o nº [CPF DO RECOMENDADO], conforme as informações descritas nesta carta.


1. DA RELAÇÃO PROFISSIONAL

O(A) recomendado(a) manteve relação profissional com [NOME DA EMPRESA, EMPREGADOR OU CLIENTE] no período de [DATA DE INÍCIO] a [DATA DE TÉRMINO], exercendo a função de [CARGO, ATIVIDADE OU SERVIÇO PRESTADO]. Durante esse período, tive a oportunidade de acompanhar diretamente sua atuação em atividades relacionadas a [DESCREVER AS PRINCIPAIS ATIVIDADES, RESPONSABILIDADES OU SERVIÇOS EXECUTADOS].


2. DAS ATIVIDADES DESEMPENHADAS

Entre as atividades desenvolvidas pelo(a) recomendado(a), destacam-se: [ATIVIDADE OU RESPONSABILIDADE 1]; [ATIVIDADE OU RESPONSABILIDADE 2]; [ATIVIDADE OU RESPONSABILIDADE 3]; e [OUTRAS ATIVIDADES RELEVANTES]. As informações aqui registradas correspondem à experiência profissional efetivamente observada durante a relação mantida entre as partes.


3. DA AVALIAÇÃO PROFISSIONAL

No exercício de suas atribuições, [NOME COMPLETO DO RECOMENDADO] demonstrou qualidades profissionais como [PONTUALIDADE], [RESPONSABILIDADE], [ORGANIZAÇÃO], [COMPROMETIMENTO], [BOA COMUNICAÇÃO], [CAPACIDADE TÉCNICA] e [RELACIONAMENTO INTERPESSOAL], conforme aplicável à função desempenhada. Também foi possível observar [DESCREVER EXEMPLO OBJETIVO E VERDADEIRO DE CONDUTA, ENTREGA OU RESULTADO PROFISSIONAL].


4. DA RECOMENDAÇÃO

Com base na relação profissional descrita, recomendo [NOME COMPLETO DO RECOMENDADO] para oportunidades compatíveis com sua experiência, formação e competências. Esta recomendação é emitida de boa-fé, com base em fatos de meu conhecimento, e não representa garantia de contratação, desempenho futuro ou resultado específico perante terceiros.


5. DA CONFIRMAÇÃO DAS INFORMAÇÕES

Caso seja necessário confirmar a autenticidade desta carta ou obter esclarecimentos sobre a relação profissional mencionada, coloco-me à disposição pelos seguintes canais: telefone [TELEFONE COM DDD] e e-mail [E-MAIL]. As informações adicionais eventualmente prestadas serão limitadas ao que eu puder confirmar com segurança e ao que for adequado à finalidade da solicitação.


6. DA FINALIDADE DO DOCUMENTO

Esta carta é fornecida a pedido de [NOME COMPLETO DO RECOMENDADO] para fins de [PROCESSO SELETIVO, APRESENTAÇÃO PROFISSIONAL, CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS OU OUTRA FINALIDADE]. Seu conteúdo deverá ser interpretado dentro do contexto da relação profissional aqui indicada.


Por ser expressão da verdade e para que produza os efeitos que lhe forem cabíveis, assino a presente carta.


[CIDADE] – [UF], [DIA] de [MÊS] de [ANO].



________________________________________

[NOME COMPLETO DO EMITENTE]

[CARGO OU PROFISSÃO]

CPF: [CPF DO EMITENTE]

[NOME DA EMPRESA, SE APLICÁVEL] – CNPJ: [CNPJ]

Telefone: [TELEFONE COM DDD] | E-mail: [E-MAIL]

Modo leitura

Tipos de carta de recomendação

O formato varia conforme a relação entre as partes e o destino da carta. A escolha correta evita conteúdo inadequado e permite que o texto tenha o nível de detalhe necessário.

Carta de recomendação profissional

É emitida por empregador, gestor, supervisor ou empresa para ex-colaborador. Deve mencionar a função, o período de atuação e competências observadas no ambiente de trabalho. É a forma mais comum em candidaturas a vagas.

Carta de recomendação de prestador de serviços

É emitida por cliente para profissional autônomo, MEI ou empresa contratada. Pode mencionar o serviço realizado, a capacidade de cumprir o combinado, a qualidade percebida e o relacionamento profissional, sem revelar dados comerciais confidenciais.

Carta de recomendação para empregado doméstico

É elaborada por quem contratou o trabalhador doméstico. Deve se limitar a fatos verdadeiros sobre atividades, período e qualidades profissionais observadas, respeitando a privacidade de todas as pessoas envolvidas.

Carta genérica para apresentação

É destinada a uso mais amplo, sem um destinatário específico. Embora seja prática, deve trazer contato atualizado do emissor e linguagem cuidadosa, pois poderá ser apresentada em diferentes processos.

Cuidados e erros comuns ao redigir

Uma carta de recomendação é uma manifestação pessoal ou institucional. Por isso, não deve ser tratada como mera formalidade. O texto precisa ser fiel à experiência do emitente e adequado à finalidade apresentada.

  • Inventar informações: não afirme competências, cargos, períodos ou resultados que não possam ser confirmados.
  • Usar termos excessivos: promessas de desempenho futuro e elogios absolutos podem reduzir a credibilidade do documento.
  • Omitir identificação: uma carta sem nome, assinatura ou contato do emitente tem pouca utilidade prática.
  • Expor dados desnecessários: evite salário, documentos pessoais, endereço, condições de saúde e motivos de desligamento.
  • Confundir recomendação com declaração trabalhista: a carta não substitui documentos exigidos para comprovar vínculo ou direitos.
  • Copiar texto sem personalizar: adapte as informações ao caso concreto e revise os campos entre colchetes antes de assinar.
  • Assinar sem ler: quem assina responde pela autoria da declaração e deve concordar com seu conteúdo.

Assinatura física ou eletrônica

A assinatura física é comum e pode ser suficiente para muitas situações, principalmente quando acompanhada de identificação e contato do emitente. Em cartas emitidas por empresas, o responsável pode assinar e informar seu cargo, preferencialmente em documento com identificação empresarial.

Também é possível utilizar assinatura eletrônica, desde que as partes e o destinatário aceitem esse formato e seja possível identificar o signatário. A Lei nº 14.063/2020 trata do uso de assinaturas eletrônicas em interações com entes públicos e oferece referências importantes sobre modalidades de assinatura. Para uma carta privada, avalie o nível de confiança exigido pelo processo seletivo ou pela instituição que receberá o documento.

Guardar uma cópia do arquivo assinado, a mensagem de solicitação do recomendado e os dados de contato atualizados pode ser útil para confirmar a autenticidade da recomendação, se o destinatário fizer contato posterior.

Perguntas frequentes

A carta de recomendação precisa ser reconhecida em cartório?

Em regra, não há exigência geral de reconhecimento de firma para uma carta de recomendação simples. O destinatário pode, porém, estabelecer procedimentos próprios. Antes de reconhecer firma ou adotar outra formalidade, confirme o que a empresa ou instituição solicita.

Quem pode emitir uma carta de recomendação?

Qualquer pessoa ou empresa que tenha conhecimento direto e legítimo sobre a atuação profissional do recomendado pode emitir a carta. O ideal é que seja alguém capaz de informar o contexto da relação e confirmar a autoria do documento.

A carta de recomendação deve informar o motivo da saída?

Não. O motivo do desligamento normalmente não é necessário para a finalidade da recomendação e pode expor informações pessoais ou gerar interpretações inadequadas. Só inclua esse dado se for indispensável, verdadeiro e autorizado no contexto.

Posso usar a mesma carta para várias vagas?

Sim, uma carta genérica pode ser usada em mais de uma candidatura. Ainda assim, uma versão adaptada para a área ou função pretendida costuma ser mais útil, desde que o conteúdo permaneça verdadeiro e não seja alterado sem ciência do emitente.

Empresa é obrigada a fornecer carta de recomendação?

Não há uma obrigação geral de emitir carta de recomendação a todo ex-colaborador. A empresa pode avaliar o pedido e fornecer uma referência se tiver elementos para fazê-lo com segurança. Isso não se confunde com documentos trabalhistas que possam ser devidos em situações específicas.

É possível fazer carta de recomendação para MEI ou autônomo?

Sim. O cliente pode descrever o serviço contratado, o período de atendimento e aspectos concretos da experiência, como cumprimento de prazo, comunicação e qualidade percebida. Evite revelar valores contratados, dados de outros clientes ou informações estratégicas.

Como usar o modelo editável desta página

Preencha todos os campos entre colchetes, apague orientações que não se aplicarem ao caso e mantenha apenas informações que o emitente possa comprovar. Se a carta for emitida por uma empresa, acrescente seus dados de identificação e faça a assinatura pelo responsável autorizado.

Antes de entregar, leia o documento como se fosse o destinatário. Verifique se a recomendação deixa claro quem é a pessoa indicada, qual foi a relação profissional e quais pontos positivos foram efetivamente observados. Uma carta curta, verdadeira e bem identificada tende a ser mais útil que um texto longo e genérico.

Referências

  1. Código Civil — Lei nº 10.406/2002.
  2. Consolidação das Leis do Trabalho — CLT.
  3. Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais — Lei nº 13.709/2018.
  4. Lei das Assinaturas Eletrônicas — Lei nº 14.063/2020.

Vídeo explicativo

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Sobre o autor

SB

Editor e curador de modelos de documentos

Stefano Barcellos é editor do MSG Center e responsável pela curadoria dos modelos de documentos publicados no portal, com foco em linguagem clara, estrutura organizada e atualização constante do conteúdo.

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